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Nome: Alicia Keys Portugal
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Biografia

ALICIA KEYS
O que significa ser dono do próprio destino? Se for uma cantora, compositora, pianista, produtora, autora, correspondente de imprensa, vencedora de inúmeros prémios, filantropa e actriz, como Alicia Keys, a resposta não parece difícil. Para Keys, a prosperidade não é medida monetariamente, mas através da paixão, auto-realização e experiência de vida. Foi esta filosofia de vida que fez da cantora uma mestra em expressar paixão, criar expectativas sempre maiores e resultados surpreendentes.
Nascida e criada em Hell’s Kitchen, Nova Iorque, Keys foi muito exposta a musica de muitas gerações e disciplinas, incluindo o essencial de Nina Simone, Donny Hathaway, Marvin Gaye e Stevie Wonder; compositores clássicos como Frederic Chopin, Erik Satie e Leontyne Price; e compositores urbanos como Tupac Shakur, The Notorious B.I.G., Jay Z. e The Wu Tang Clan.
Desde os 7 anos de idade que recebeu treino formal em piano Clássico e Jazz, aprofundando a obra de Oscar Peterson, Fats Waller, e Marian McPartland, com a professora Margaret Pine. No entanto, só quando Alicia começou a frequentar a Professional Performing Arts School, sob a tutela de Miss Aziza, uma pianista ousada que escreveu e compôs canções originais, é que Keys se envolveu realmente na composição e produção.
Foi descoberta pelo manager Jeff Robinson, e aos 14 anos Keys actuava em todos os locais em que podia, de pequenos clubes a esquinas de rua. Dois anos mais tarde, recebeu uma bolsa para a Universidade de Columbia, que havia de deixar para perseguir uma carreira musical.
O caminho estava muito longe de ser fácil, mas a educação musical eclética de Keys, inspiraram um estilo musical híbrido de soul, hip-hop, jazz e clássico. Esta fusão esteve presente no seu trabalho inaugural, “Songs in A Minor”, que ganhou 5 Grammys em 2001. Estreando-se no topo da Billboard 200, “Minor” vendeu mais de 235.000 cópias na sua primeira semana, tendo as vendas totais ultrapassado os 10 milhões de unidades à escala global.
Alicia Keys constrói um sólido projecto musical de fundo, que alimenta a sua criatividade, visão e identidade, envolvendo Robinson, presidente da MBK Entertainment, o produtor Kerry “Krucial” Brothers, o executivo de A&R Pete Edge, e Davis, o CEO da BMG. “ A minha equipa dá-me perspectivas diferentes, mas reconhece sempre a minha integridade artística, encorajam-me para me manter fiel a mim”.
Após um longo e esgotante período de estrada, Keys acrescentou ao seu trabalho de estreia, mais um sucesso, The Diary of Alicia Keys, que saiu em Dezembro de 2003.
Esta antologia, recebida com aplausos da critica, vendeu mais de 618.000 cópias em todo o mundo, na semana de estreia, foi 5 vezes disco de platina e conquistou 4 Grammys. Reflectindo no seu trabalho para “Diary”, Keys afirma: “ Quanto o álbum ficou pronto, eu fiquei eufórica porque podia verdadeiramente sentir a energia da música, e ouvindo-a de uma vez só, podia finalmente dizer ‘Sim, isto é mesmo o que eu sou agora’. Fiquei muito orgulhosa do trabalho e da possibilidade de poder oferecer a minha música ao mundo”. O álbum foi tão bem recebido que em Outubro de 2005, Alicia lançou uma gravação ao vivo que viria a ganhar mais 3 Grammys. Alicia Unplugged, tinha a sua musica mais conhecida, novas canções assim como notáveis colaborações com Common, Mos Def, Damian Marley e Adam Levine dos Maroon 5.
Sem fazer compromissos à excelência da sua música, Keys empenhou-se da mesma forma no desenvolvimento do seu álbum “As I Am”, por forma a tornar este em mais uma obra prima, e o culminar das suas viagens e experiências pessoais . Mais uma vez, Alicia não desiludiu. “ Não há formulas para a minha música, tem as suas raízes no meu coração e na minha alma. Fale eu de visitar as pirâmides do Egipto, de uma epidemia de SIDA em Africa, ou de temas mais românticos, todos poderão experimentar onde estive e para onde vai a minha vida.”
Na realidade, o álbum AS I AM elevou o padrão do género, com produtores como Keys, Linda Perry, Jack Splash, Mark Batson e Kerry “Krucial” Brothers. Descrito por Alicia como uma “poderosa combinação de Rock e Soul – Janis Joplin encontra Aretha Franklin”, AS I AM transformou-se num marco significativo da carreira da jovem cantora e compositora, com 742.000 discos vendidos na primeira semana. AS I AM , marcou ainda a estreia de Alicia Keys na “Chart” Billboard 200 e a sua maior semana de vendas até à data.
Após o sucesso do lançamento de AS I AM, Alicia ganhou o prestigiante titulo de maiores vendas de lançamento para uma artista feminina de R&B desde 2004. O álbum AS I AM gerou o hit single “ No One”, que ganhou dois Grammys em 2008 para melhor canção R&B, e melhor performance vocal feminina.
O terceiro single de AS I AM, “Superwoman”, arrecadou mais um grammy em 2009 para melhor R&B performance vocal feminina de R&B. Keys recebeu ainda 4 prémios da NAACP Image Awards, foi distinguida no BET Honours Ceremony e recebeu o premio BET para melhor artista R&B feminina. Desfrutando de um período alto na sua carreira, com mais de 5 milhões de cópias de AS I AM vendidas em todo o mundo, Keys arrancou com a sua tour ao vivo, patrocinada pela Lexus, que esgotou recintos nos EUA e na Europa.
Ao longo da sua ainda curta carreira, Keys acumulou prémios, incluindo, 12 Grammys, 11 Billboard Music Awards, 5 American Music Awards, 3 World Music Awards, 3 MTV Music Awards, 2 Nickleodeon Teen Choice Awards, e BET Awards, 14 NSCCO Image Awards, 7 Soul Train Awards, 2 Soul Train Lady of Soul Awards, 2 People’s Choice Awards, 1 My VH1 Award e outros.
Complementando os seus sucessos musicais, Keys tambem é ma best-seller da New York Times. Em 2005, o Grupo Editorial Penguin publicou Tears for Water: Songbook of Poems and Lyrics, uma introspecção sobre as letras dos primeiros 2 álbuns de Alicia.
Em 2004 o New York Daily News nomeou Alicia Keys como correspondente. Cada mês Alicia escreveu uma crónica sobre os lugares e experiências da sua Tour de Verão, a qual incluiu uma performance na Grande Muralha da China. Em 2006, Alicia completou a sua primeira maratona, que orgulhosamente correu no local do nascimento dos Jogos Olímpicos: Grécia. È importante referir ainda que, The Siren e Robinson co-desenvolveram e co-escreveram uma série original para a CW Network, intitulada “Zora” que deverá estrear no final do corrente ano.Zora, a primeira produção da companhia de produção Big Pita, Lil’ Pita (BPLB), é uma história que acompanha o crescimento de uma estudante bi-racial, lutando com a sua própria identidade e assuntos clássicos da adolescência, após uma mudança seguida do divorcio dos pais. “Esta não é a minha biografia, mas apenas fatias da minha vida” admite Keys, que também é co-executiva, produtora e criadora. “È uma série especial porque examina as complexidades de uma identidade bi-racial, num meio de adolescentes onde queremos encontrar o grupo a que pertencemos, e o nosso papel no mundo”. Actualmente a BPLP tem projectos adicionais em desenvolvimento, incluindo uma série para a MTV, um filme com o realizador F. Gary Gray ( Italian Job, Set it Off), e a remake da comédia romântica de 1958, Bell, Book and Candle, que originalmente contava com Kim Novak.
Os passos de Keys em Hollywod não são território novo. Ela herdou uma costela de actriz da sua mãe que era actriz de teatro, e estreou-se no Cosby-Show como uma amiga de Rudy Huxtable, com apenas 4 anos. Em Janeiro de 2007, Alicia estreou-se na película da Universal Smokin’Aces uma aventura de perseguição entre o FBI e um bando de assassinos. Keys teve o papel de Georgia Sykes, uma sedutora, mas mortal assassina, que foi contratada com a parceira Sharice Watters (Taraji Henson) para acabar com um alvo por um milhão de dólares. “ Adorei o papel de Georgia—a sua postura calma e a natureza eficaz de ir directa ao que é importante”, afirma Alicia, “Estava mais interessada em correr riscos com o meu papel no filme, do que em fazer uma personagem que reflecte alguma parte de quem sou na vida real”. Dirigido por Joe Carnahan, Smokin’ Aces também contou com os actores Ryan Reynolds, Ben Affleck, Andy Garcia , Ray Liotta e Common.
Keys entrou ainda noutros filmes, contracenando com Scarlett Johanson em The Nannie Diaries, e em 2008 foi uma das três irmãs Boatwright na adaptação para o cinema da novela de Sue Monk , “The Secret Life of Bees”.
Este desejo pela diversificação também engloba esforços no campo filantrópico. Em 2002, Keys avançou com “Keep a Child Alive”, uma Organização sem fins lucrativos com o propósito de fazer chegar medicação anti-rectroviral a crianças e famílias de Africa. “ juntei-me à KCA e ao co-fundador Leigh Blake para colocar a minha voz e apoio na luta contra a SIDA, que deixou mais de 12 milhões de crianças órfãs e 25 milhões mortas em Africa nos últimos 25 ano”. Afirma, “Esta organização é uma resposta de emergência a um flagelo que está a destruir toda a Africa”. Após ter voltado de Africa, Keys veio imbuída com um novo sentido de urgência e propósito. Juntamente com a KCA, têm o objectivo de fazer o tratamento contra a SIDA crescer de 17% para 72% na Africa Sub-Sahariana.
Pouco tempo depois do seu envolvimento com a KCA, a cantora foi nomeada directora Musical do Black Ball Anual, uma iniciativa para promover a divulgação de comportamentos a evitar para combater a SIDA, bem como para recolher fundos para a organização. Durante os últimos 3 anos, Keys trouxe para este projecto nomes como Bono, Kanye West, Damien Marley, Fela Kuti, David Bowie, Lenny Kravitz, Angelique Kido, John Mayer, Paul Simon, Nas, Common e John Legend.
Alicia afirma que “ È fantástico voltar a Africa e ver aqueles que estavam tão doentes, literalmente às portas da morte, voltarem à vida por causa dos cuidados médicos que puderam receber. Novas alas pediátricas e novos hospitais, isto sim, são coisas que dão à vida um sentido de propósito”.
As contribuições sociais de Keys, não se limitam, no entanto, ao estrangeiro, mas também incluem nos EUA. Os seus esforços humanitários continuam, enquanto membro do Conselho de “Frum Tha Ground Up”, uma organização não governamental destinada a inspirar, motivar e encorajar as ambições de jovens americanos. Ainda se encontra envolvida com “Teens in Motion”, uma organização que promove condições de segurança para que adolescentes possam estudar dança, canto, drama e desenvolver a sua auto-estima no South Bronx.
È o desejo poderoso e esmagador de Keys em se manter ligada ao mundo e á palavra escrita que estiveram na base do relançamento do seu novo site www. ALICIAKEYS.com, que oferece um áudio blog, (a evolução do seu diário online), a Alicia’s Book Club, em que, cada três meses, um livro é apresentado, lido e debatido, para lá de de inúmeras faixas de áudio, faixas bónus, vídeos, “making-offs”, fotos , entrevistas e toques de telefone exclusivos. Aqueles que se juntam como membros do clube recebem um acesso ilimitado ao mundo de Alicia Keys.
È possível ainda visitar www. Krucialkeys.com, o site oficial da sua produtora com o parceiro Kerry “Krucial” Brothers, e ver algumas sessões de estúdio.
Sem duvida que Alicia Keys é um talento em evolução, que tomou nas mãos o destino da sua vida. “ A minha música permite-me falar livremente”, afirma, “ Não há principio, nem fim, porque é uma parte integral da minha viagem.”. Ao evoluir na sua carreira artística, é evidente que Keys se empenha profundamente em tudo o que faz. Seja criar um novo disco de platina ou na área activista, a nossa rainha do soul é uma força criadora, e será para sempre um modelo de música, actriz, empreendedora e humanista

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